A revolução se aproxima, se prepara!
Pegue suas armas, marche, pache e nunca para
Encare a guerra de frente, mesmo sendo ruim
Somos soldados e sobreviventes, sempre, até o fim!
Olhe pra mim e veja o quanto eu andei
Envelheci, eis-me aqui, nunca abandonei
Não quero ser um rei
Não quero ser um Zé
Só quero minha moeda e minha de fé
Axé, comigo na fé, bandido
O gueto sempre tem na frente o inimigo
A polícia é racista, mais do que ninguém
A favela entre o céu
E o inferno, Jerusalém
Lamenta, aguenta, enfrenta a batalha
Violenta é a vida no fio da navalha
A falha mundial, espiritual e um fuzil
É um texto dantesco de Shakespeare Pertitiu
Você já viu sangue e pobreza demais
Qual o valor verdadeiro pra se encontrar a paz?
Será que é fugir? Será que é se esconder?
Ou será que é lutar, trabalhar e depois morrer?
Pode crer, veja você, vários limites
Na disposição, na situação e no apetite
Acredite que você pode chegar no fim do arco-íris
Um pote de ouro encontrar...
Mc Donalds custava R$4,50. Coca Cola era R$ 2,00. Meninas de 11 anos brincavam de boneca, meninos de 12 assistiam Dragon Ball Z. As músicas tinham coreografia. Tênis de luzinha era a moda do momento, Kinder Ovo era R$ 1,00. Maquiagem era coisa de gente grande. Meninos e meninas brincavam de pique-esconde juntos […] Pra saber da vida de alguém só lendo os cadernos de perguntas que fazíamos. Crianças tinham Tamagoshi e não celular. Merthiolate ardia. Se você também teve essa infância reblog.